sexta-feira, 22 de março de 2013

22 de março Dia Internacional da Água



A água potável foi declarada pelo Comitê das Nações Unidas para os Direitos Econômicos, Culturais e Sociais como um direito humano por considerar que a “água é fundamental para a saúde”. O direito humano para a água é indispensável para levar a vida saudável com dignidade humana. É um pré–requisito para a concretização dos Direitos Humanos.
Entretanto, no momento em que a população mundial atinge a marca de seis bilhões de pessoas, o planeta ruma na direção de uma escassez crônica de água. Se mantidos os atuais  padrões de crescimento, a previsão é de que a população global chegue a oito bilhões, em 2025, aumentando drasticamente a demanda e agravando os conflitos ocasionados pela escassez.
Atualmente, o ser humano utiliza mais de cinqüenta por cento da água doce dos lagos, rios e aqüíferos, e se continuar aumentando a sua utilização, dentro de uns vinte e cinco anos a humanidade absorverá muito mais água doce disponível no planeta.
A estatística da ONU revela que um bilhão de pessoas não tem acesso a água tratada, e outro um bilhão não tem sistema de esgoto. A falta dessa água limpa causa morte de milhões de crianças por ano, de doenças como a cólera e a malária.
Uma pesquisa feita pelas Nações Unidas chegou a conclusão que a oferta e a demanda de água até 2025, em 17 paises com influência de águas locais não terão o suficiente deste liquido, para manter o nível de produção agrícola e nem satisfazer as necessidades industriais e domésticas.
A situação esta ficando cada vez mais drástica, pois a metade dos rios do mundo está com águas totalmente poluídas, provocando assoreamento e diminuição de seu volume, e em conseqüência o surgimento da seca.
Não são somente os rios que são afetados pelo uso humano, as terras úmidas e pantanosas são ecossistemas afetados. Em alguns lugares na Europa, como a França, Alemanha, cerca de oitenta por cento das terras úmidas desapareceram porque foram drenadas para fins agrícolas, para expandir as áreas urbanas ou para implantação de áreas industriais.
Enquanto outros hábitos entre culturas, uma adequada quantidade de água é necessária para prevenir a morte por desidratação, para reduzir o risco de doenças relacionadas com a água, para promover as necessidades básicas de higiene e ainda para a preparação de alimentos.
A higiene é fator preponderante, as pessoas só conseguirão se proteger de doenças como diarréias e outras infecções se puderem ter acesso  informações e a conscientização que lhes permitam uma modificação em seus padrões de higiene e comportamento. Se não puderem promover os conceitos de higiene, os programas não conseguirão atingir os seus objetivos de melhorar a saúde nas comunidades.
O Diretor Geral da UNESCO, o Sr. Koichiro Matsuura afirma que “ a água pode ser um agente de paz invés de gerar conflitos, , e a UNESCO, esta buscando as formas que irão permitir a esse século ser um século “Da Paz da Água” ao invés de “Guerra pela  Água”. Desenvolvendo-se princípios e métodos diferentes e éticos para o gerenciamento desse recurso, ao mesmo tempo que respeitamos ecossistemas relacionados, moveremos um passo a mais para alcançarmos o objetivo do desenvolvimento sustentável”.   
Agora de uma coisa podemos estar certo, enquanto a humanidade usar e abusar da água como se ela fossa inesgotável, o colapso em seu fornecimento vai ser uma ameaça concreta.
Também existe água na forma de gelo, que fica nas montanhas mais altas e nos pólos da Terra. Nosso planeta tem água em rios subterrâneos, escondidos. No dia-a-dia, a água esta presente de varias formas: para escovarmos os dentes, tomar banho, dar descarga, lavar roupa e limpar a casa, até para brincar (na piscina, no mar, no rio, com bolhas de sabão, com aquarelas).
Porém a água que podemos utilizar todos diariamente é em grande quantidade. Por isto temos que saber usa-lá com inteligência, evitando o desperdício e a poluição da mesma. 

Regina Mercia Sene Soares – Historiadora, Prof. Geografia, Sociologia, Filosofia Ciências, Iniciação a Pesquisa, Especialista em Técnicas Pedagógicas e Poetisa.

Água que corre!!!



Sim... água que corre
Como o sangue nas veias
Veias que leva a vida
Tu és como o sangue
Precioso liquido!
Que fortalece
Os campos
As matas
Os rios
As florestas
Que brota da terra

Água que mata a sede
Tanto constrói como destrói
Precisamos de você
Porque és a vida
E sem você nos morremos
Ou somos mortos!

Você é um fenômeno da natureza
Mas mesmo assim precisamos de você
Liquido precioso
Que nos traz alimento
Sem você água
Não somos nada!

Você vem em forma
De neblina
De chuva
De enxurrada
E também alaga
Mas mesmo assim
És preciosa!

Regina Mercia Sene Soares
22/03/2013



terça-feira, 19 de março de 2013

Refletir a Páscoa!





A Páscoa é para se refletir
E perceber a voz do Cristo
Que ressuscitou para nós
 Devemos ouvir Sua Voz!

Ele é a simplicidade no olhar
 A grandeza para nos dar
Tudo aquilo que é amor
E olhar ao nosso redor!

E lembrarmos que Cristo
Nunca nos deixara só...
Sempre Ele tem uma palavra
Para nos dar e ensinar!

E nos ouvir...
Porque Sua voz
É o nosso alento
Jesus é o nosso Senhor!

Que nos conduz...
Para o caminho do bem
Não deixando ninguém
Para traz Ele fica sempre

 Olhando para o caminho
Que vamos andando
Estando sempre ao nosso
Lado sempre preocupado!

Porque Ele quer
Que nosso caminho
Seja reto e discreto
Para nos elevarmos

Ao céu...
Que é a beleza de
 Sua natureza...
Porque Ele é a nossa
Grandeza...

Regina Mercia Sene soares
17/03/2013



Ir para o Céu



O meu amor profundo
É todo seu
Seja na vida...
Seja na morte...
Sei que tenho muita sorte!

Vou para o céu
Quando te vejo
Nem que seja de lampejo

Eu mereço você por amar-te
Isso leva-me ao céu
Sou presenteada pela
Sua presença...

Para mim você não
É um sacrifício...
E sim uma benção
Do céu...

Vejo em teus olhos
A esperança maravilhosa
Que dá o sentido
Ao meu viver!

Para manter minha vida
Porque tu és a benção
Que Deus colocou
Para ser louvado
E muito amado!

Regina Mercia Sene Soares
21/01/2013

A Grande Ferramenta do Canhecimento




            Os livros são sementes de um amanhã melhor, pois colocam todo o caminhar da humanidade, seus erros e acertos, a serviço da construção de um futuro. Ao manusear um livro, entenda-o como uma ponte que interliga o ontem, o hoje e o amanhã.
            É o fruto da evolução da própria humanidade e que guarda e protege os nossos maiores segredos. Nossa História e o conhecimento acumulado por gerações. E estas sementes de um novo amanhã estão à sua disposição, amigo leitor, em cada livro que lhe é apresentados em uma livraria, numa biblioteca ou em uma banca de jornal. Eles não se bastam em si mesmos. Existem para você. Sem você, só resta papel. Depende de você a importância que eles terão.
            Leia e reflita. Incentive e promova a leitura e debates. Escreva! Compartilhe conhecimentos e experiências. As futuras gerações, seus descendentes, e toda a sociedade agradecem.
            O livro fala de gente, de todo tipo de gente. Gente de ontem, de hoje e de amanhã. Gente que vive, que chora, que ri. Gente que tropeça, cai, levanta, erra, acerta. Gente que sonha e vive. Gente que viveu, que contou histórias para nós, para termos conhecimentos infinitos.
            E neste seu viver, interage e reinventa o próprio existir, criando cultura e compartilhando experiências em forma de conhecimento. Um conhecimento sociologicamente construído e historicamente formulado para atender as necessidades da vida no tempo e no espaço.
            Afinal, o conhecimento é sempre  fruto da busca do homem pela qualidade de vida, ou seja, não existe saber descomprometido, é sempre um saber a serviço de uma meta, um saber de alguém em busca de algo.
            Somos curiosos. Faz parte de nossa natureza o querer descobrir, o querer conhecer, o querer fazer diferente. Precisamos saber. Faz parte da nossa condição humana. E na negação da condição humana surge a barbárie, a violência e todas as mazelas da sociedade.
            Não estamos limitados aos instintos e muito menos subjugados ao meio ambiente. Somos criadores e criaturas. Somos agentes do nosso próprio destino, um ser incluso, em eterna autoconstrução. E nesta autoconstrução/desconstrução, emprestamos  sentido ao nosso agir e significação a tudo que nos relacionamos. Geramos o amanhã. Reinventamos o existir.
            Se a natureza fez-nos desprotegidos pelo instinto, brindou-nos com a capacidade de comunicação e transmissão de conhecimento. Somos o único animal  que não vive aprisionado no eterno agora. Muito pelo contrário, fazemos conexões intertemporais, refletimos e aprendemos.
            Defendemos que é dever moral de todos semear livros, quer seja lendo, ou escrevendo, como forma de promover cidadania e prosperidade. Cidadania crítica e consciente do papel de cada um na construção da sociedade. Convoco a todos a juntarem forças nesta cruzada pelo amanhã. Se cada um fizer a sua parte, nosso futuro estará garantido. “A modernidade produziu um mundo menor do que a humanidade. Sobram milhões de pessoas, mas o conhecimento é a grande estratégia de integração e inclusão. E o livro é a grande ferramenta do conhecimento. A palavra escrita não apenas permanece, ela floresce.”

Regina Mercia Sene Soares – Historiadora, Prof. Sociologia, Filosofia, Geografia, Ciências, Iniciação a Pesquisa, Especialista em Técnicas Pedagógicas Contadora de Historia e Poetisa.

sábado, 16 de março de 2013

Belissimo...




 Belíssimo... Belíssimo
O amor nos envolve de tal maneira
Mesmo que sofremos por amar!

É sempre bom recordar aquele
Amor que se foi e deixou
Mas uma marca em meu
Coração...

O amor é um feitiço que ninguém
Fica sem experimentar.

Regina Mercia Sene Soares
24/02/2013

Páscoa



A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta de séculos atrás. Historiadores encontraram informações que levaram a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas gregas, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março.
Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade o fim do inverno e o começo da primavera eram de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
Entre os judeus esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a. C, onde foram aprisionados pelos faraós durante vários anos. Esta história encontra-seno Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo.
A Páscoa Judaica também está relacionada coma passagem dos hebreus pelo mar Vermelho, onde nesta data, os judeus fazem e comem o “matzá” (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo fermentar o pão. Entre os primeiros cristãos esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo. O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior do equinócio da Primavera ( 21 de março).
Entre os cristãos, a semana anterior a Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos, que marca a entrada de Jesus a cidade de Jerusalém. É tradicional a história do coelhinho da Páscoa e os ovos. A figura do coelho simbolicamente relacionada a esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grande quantidade. Entre os povos da antiguidade a fertilidade era sinônima de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo.
No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas. Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com esperança de uma vida nova.
Já os ovos de Páscoa, de chocolate, também estão neste contesto da fertilidade da vida. A palavra Páscoa advém exatamente do nome em hebraico da festa judaica á qual a Páscoa cristã esta intimamente ligada não só pelo sentido simbólico “passagem”, comum as celebrações pagãs. A última Ceia partilhada por Jesus e pelos discípulos é considerada, geralmente, um “seder do pesach”, a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativer á cronologia pelos Evangelhos sinópticos.
O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, situar a morte de Jesus Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pesach. Assim a última Ceia teria ocorrido um pouco antes desta festividade.

Regina Mercia Sene Soares- Historiadora, Prof.ª Filosofia, Sociologia, Ciência, Geografia, Iniciação a pesquisa, Especialista em Técnicas Pedagógicas e Poetisa.